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Romantismo e tranquilidade marcam o início do Carnaval de Mosqueiro

Localidade: Diversas localidades
10/02/2018 20h57
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na fot, a bióloga Eliane Brabo, 37 anos. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na foto, Paulo e Nazaré. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. na foto, o capitão Renato Brandão. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. na foto, o capitão Renato Brandão. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na foto, Paulo e Nazaré. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na foto, Paulo e Nazaré. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. na foto, a aposentada Odileia Castelo Branco, 60 anos. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa
Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na foto, Paulo e Nazaré. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ <div class='credito_fotos' id=Foto: Carlos Sodré /Ag. Pa   |   Download
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Um amor de Carnaval que já dura 26 anos. A romântica ilha de Mosqueiro, que no passado era um dos roteiros favoritos dos paraenses em viagens de lua de mel, é o cenário na medida para a história de Paulo e Nazaré. O enredo lembra o da clássica marchinha do "Pierrô e a Colombina", mas diferente da original, o amor não teve "um triste fim". No Carnaval de 1992, em Mosqueiro, Paulo Cesar da Silva, hoje com 55 anos, era um viúvo que derramava a solidão na folia de Momo. Sua família é uma das fundadoras da tradicional ‘Escola de Samba Pele Vermelha’. O então pescador tentava esquecer a tristeza quando conheceu sua colombina. Na foto, Paulo e Nazaré. FOTO: CARLOS SODRÉ / AG PARÁ DATA: 10.02.2018 BELÉM - PARÁ
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