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Ações governamentais fortalecem ciência, tecnologia e inovação no Pará

Por Redação - Agência PA (SECOM)
06/01/2015 12h56

Valorização do empreendedorismo, implantação de novas tecnologias, amparo à pesquisa e difusão e popularização da ciência. No último ano, estas foram as diretrizes para as ações na área da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), desenvolvidas pela Fundação Amazônia Paraense de Amparo à Pesquisa (Fapespa) e pela Empresa de Processamento de Dados (Prodepa), além da própria Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação – atual Secretaria de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica.

Somente através da Fapespa, mais de R$ 52 milhões foram investidos para o setor de CT&I, sendo que, desse montante, mais de 75% refere-se à captação de recursos com parceiros externos. Além disso, foram apoiadas 1.243 bolsas, distribuídas em modalidades como iniciação científica, mestrado, doutorado, pesquisador visitante e auxílio pesquisador, dentre outras. A Fundação também acompanhou a execução de 431 projetos nas linhas de fomento à pesquisa e inovação.

Ainda na mesma área, o governo deu um passo significativo para ampliar as relações com o setor produtivo com o Programa de Subvenção Econômica de Incentivo à Inovação em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Tecnova), que destinou cerca de R$ 10 milhões para incentivar 16 projetos empresariais inovadores aprovados em certame elaborado para dar suporte à iniciativa. O projeto é fruto da parceria entre a Secti, a Fapespa e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

NavegaPará

No início de 2014, um novo conceito de comunicação de alta velocidade foi inaugurado nos municípios de Castanhal, Santarém, Marabá e Altamira, com a assinatura de um convênio envolvendo a Secti, a Prodepa e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). As novas redes intensificarão nessas cidades a troca de informações, o desenvolvimento de pesquisas científicas e a integração entre universidades, unidades de pesquisa e órgãos do governo, através de 120 quilômetros de rede óptica – 37 km em Marabá, 35 km em Castanhal, 34 km em Santarém e 13 km em Altamira. Até então, apenas Belém era beneficiada com uma rede metropolitana de fibra óptica. Já nos demais municípios, o acesso das cidades digitais do Navegapará era provido exclusivamente via rádio.

Ainda no que diz respeito ao desenvolvimento das Tecnologias da Informação e Comunicação, a Secti, o Tribunal de Justiça do Estado e a Prodepa assinaram, em abril de 2014, um termo de cooperação para ampliar a rede de fibra óptica do Navegapará até Castanhal. Foi assinado, também, convênio semelhante com a Prefeitura Municipal de Belém. No caso específico do Judiciário, será possível, por exemplo, uma comunicação mais segura entre as comarcas abrangidas e, num futuro próximo, o desenvolvimento de audiências judiciais online, a exemplo do que já acontece em outros estados.

Empreendedorismo

Outro passo relevante para promover a Inovação e o Empreendedorismo no estado foi dado no mês de julho, com a assinatura dos convênios entre a Secti e o Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA). Ao todo, quatro projetos foram desenvolvidos de forma conjunta entre as duas instituições: o Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação do Pará; o Portal Paraense de Inovação, as Mostras de Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Regional; e patrocínio da Revista Ver-a-Ciência.

A partir daí, Secti e Sebrae realizaram, em agosto e setembro, as “Mostras de CT&I para o Desenvolvimento Regional” nos municípios de Redenção, Marabá, Altamira, Santarém e Itaituba, atraindo um público total de quase 23 mil pessoas. Além de difundir e popularizar o conhecimento científico-tecnológico regional, premissa da Política Estadual de Difusão e Popularização da Ciência, a Mostra destacou-se por incentivar o empreendedorismo inovador entre os participantes.

Secti e Sebrae desenvolveram, ainda, o Observatório de CT&I do Pará e o Portal Paraense de Inovação, duas plataformas inéditas no estado para o fomento da CT&I, lançadas em dezembro. Os ambientes virtuais constituem importantes ferramentas de incentivo ao desenvolvimento de todas as regiões paraenses, por sua capacidade de apoiar a formulação de políticas públicas, integrar atores estratégicos e publicizar informações de relevância social, como indicadores, serviços e relatórios ligados à CT&I, no âmbito da esfera estadual.

Parques tecnológicos

Nas obras do Parque de Ciência e Tecnologia Guamá os serviços se concentraram, em 2014, na finalização do Espaço Inovação, local que abrigará cinco laboratórios prestadores de serviços e empresas inovadoras. Com seis mil metros quadrados de área e investimentos de R$ 14 milhões, o Espaço Inovação foi entregue em dezembro para os coordenadores de laboratórios. Além disso, será lançado este ano o Edital de Seleção Pública de Empresas para o Espaço Inovação do PCT, que selecionará empresas com perfil inovador nas áreas prioritárias de trabalho do PCT Guamá (biotecnologia, energia, tecnologia da informação e comunicação, tecnologia ambiental e tecnologia mineral).

Fruto de uma parceria firmada com o Ministério da Saúde, será iniciada em 2015 a construção do Farmaviva. O Laboratório vem sendo articulado pela Secti desde 2012 e sua criação marcará o início da implantação do Parque de Ciência e Tecnologia do Tapajós, em Santarém. A nova unidade produzirá fitomedicamentos para distribuição local, baseada na lista de plantas medicinais do SUS. Além dos benefícios à população local, também será gerada uma cadeia de agricultura familiar no oeste paraense, trazendo benefícios sociais importantes para a região.

Modernização – O último ano também foi marcado por evoluções na área de desenvolvimento de softwares, com a integração de diversos sistemas corporativos ativos no governo do Estado, convergindo para uma informação única e integrada, de forma fácil e rápida. Neste sentido, o “Governo Digital”, que já congrega todos os sistemas desenvolvidos pela Prodepa para o Estado, e passou ter, no final de 2014, sua versão para dispositivos móveis: o Governo Digital Mobile.

O aplicativo tem como funcionalidade a abertura de chamados baseados na geolocalização do usuário demandante, conforme o órgão de origem e os tipos de chamados autorizados por cada órgão. Este aplicativo é gratuito e qualquer cidadão pode se cadastrar para utilizá-lo. Nele, o usuário pode informar situações, reportar problemas e solicitar serviços a distância, como avisar sobre falta de água em sua casa, chamar os bombeiros em casos de emergência ou fazer ocorrências policiais.

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